domingo, 9 de setembro de 2012


A vida é feita de desafios eu não tenho medo de ariscar, o importante não é ter um carro do ano, roupas ou tênis de marca famosa se o interior estiver oco sem conteúdo. Prefiro estar fora de moda mais investir em conhecimento, pois “eu serei aquilo que eu quero ser” as dificuldades de hoje sei que serão recompensadas no futuro. Pois sei que o que estou plantando hoje produziram bons frutos no futuro, e mesmo que eu não consiga atingir meus objetivos jamais vou parar de lutar. Pois meu futuro só depende de uma pessoa “EU” e mais ninguém.
A cada dia que passa meu coração esta mais tranquilo e consciente de que a felicidade não esta no objetivo a ser atingido mais sim na caminha propriamente dita até esse objetivo.
A minha felicidade não esta fundamentada em bens matérias ou em pessoas, pois sei em quem depositem minha fé. Não me deixo induzir por falsas promessas ou por ilusões. Não troco uma vida inteira por um momento de felicidade, pois uma escolha é fácil de ser tomada, porem as suas consequências muitas vezes são difíceis de serem assumidas.  
Luiz Junior
29/08/2012

segunda-feira, 16 de julho de 2012


Nossa Senhora do Carmo

16 de Julho

Ao olharmos para a história da Igreja encontramos uma linda página marcada pelos homens de Deus, mas também pela dor, fervor e amor à Virgem Mãe de Deus: é a história da Ordem dos Carmelitas, da qual testemunha o cardeal Piazza: "O Carmo existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua história, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual".

Carmelo (em hebraico, "carmo" significa vinha; e "elo" significa senhor; portanto, "Vinha do Senhor"): este nome nos aponta para a famosa montanha que fica na Palestina, donde o profeta Elias e o sucessor Elizeu fizeram história com Deus e com Nossa Senhora, que foi pré-figurada pelo primeiro numa pequena nuvem (cf. I Rs 18,20-45). Estes profetas foram "participantes" da Obra Carmelita, que só vingou devido à intervenção de Maria, pois a parte dos monges do Carmelo que sobreviveram (século XII) da perseguição dos muçulmanos, chegaram fugidos na Europa e elegeram São Simão Stock como seu superior geral; este, por sua vez, estava no dia 16 de julho intercedendo com o Terço, quando Nossa Senhora apareceu com um escapulário na mão e disse-lhe: "Recebe, meu filho, este escapulário da tua Ordem, que será o penhor do privilégio que eu alcancei para ti e para todos os filhos do Carmo. Todo o que morrer com este escapulário será preservado do fogo eterno".

Vários Papas promoveram o uso do escapulário e Pio XII chegou a escrever: "Devemos colocar em primeiro lugar a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo - e ainda - escapulário não é 'carta-branca' para pecar; é uma 'lembrança' para viver de maneira cristã, e assim, alcançar a graça duma boa morte". Neste dia de Nossa Senhora do Carmo, não há como não falar da história dos Carmelitas e do escapulário, pois onde estão os filhos aí está a amorosa Mãe.


Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Hoje dia da memória de Nossa Senhora do Carmo, não tem como não lembrar de Dom Paulo.
Homem que soube como poucos ser devoto de Nossa Senhora, quanta saudade deste Bispo, que muito me ensinou.

domingo, 15 de abril de 2012

A vida é cheia de surpresas 
Quem podia imaginar que o amor estava tão perto de mim enquanto eu procura em tantos lugares.
Os desígnios de Deus são surpreendentes, depois de tanto tempo procurando Ele coloca alguém tão especial em minha vida que a cada dia que passa me faz mais feliz com sua simplicidade e com seu jeito meigo de ser e de me fazer a pessoa mais feliz do mundo.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Amizade
Como dizia o filosofo “O que é um amigo? Uma única alma vivendo em dois corpos”. Aristóteles.
Ao parar para meditar essa frase fico a me perguntar quem são meus amigos verdadeiros? Será que existe amizade verdadeira? Quantos realmente são meus amigos? Em quem realmente posso confiar?
Após alguns estantes eu me recordo de todas as pessoas que fizeram parte da minha vida e que ainda fazem pessoas que quase não vejo mais, falo pouco com elas, ou nem falo com freqüência. Mais quando me encontro com essas pessoas nenhuma das partes fica se cobrando, pois sabemos que a vida é corrida e que mesmo a distancia a nossa amizade jamais perdera sua intensidade e seu valor. Pois verdadeiros amigos são pra sempre.
E sei que tenho alguns amigos verdadeiros que posso contar em uma necessidade e sei que eles estarão ao meu lado quando eu mais precisar. Como diz a sagrada escritura “amigo fiel refugio poderoso, quem o descobriu encontrou um tesouro”... Eu encontrei alguns assim, nem preciso falar nada basta um olhar e eles já sabem como estou, tem uns que nem preciso chamar quando mais preciso, eles aparecem do nada e me ajudam muito, muitas vezes sem falar nada apenas com a presença.
Isso tudo agradeço a Deus pois sem ele eu nada sou e se tenho pessoas especiais em minha vida sei que foi ele quem me enviou, pra mim meus amigos são ANJOS enviados por Deus para me ajudar nas dificuldades do dia a dia.
Por isso deixo aqui meu agradecimento a todos os meus amigos, não vou citar nomes, pois posso esquecer alguém, mais quero dizer a todos que sem vocês eu não seria nada.
Muito Obrigado eu amo vocês.
06/02/2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012


Como surgiu o Cristianismo

"Desde que o homem existe sobre a face da terra ele procura por Deus. Aristóteles já dizia que 'o homem é um ser religioso'. Não há povo na Antiguidade que não tenha cultuado seus deuses, com cultos os mais diversos e estranhos. Uns adoravam o sol e as estrelas como deuses; acreditavam, como ocorria na Babilônia, que os astros eram deuses que guiavam os destinos dos homens. Outros ofereciam a muitos deuses cultos sangrentos de vítimas humanas, como os astecas e maias da América Central, que acreditavam que os deuses se alimentavam do sangue dessas vítimas. Então, eram milhares de virgens e prisioneiros sacrificados nas pirâmides do México para conseguirem dos deuses os seus favores. Graças a Deus tudo isso terminou quando aqui chegaram os espanhóis católicos.

Em toda a história humana vemos o homem buscar muitos deuses e a eles sacrificar o melhor que tinham buscando a proteção dessas divindades. Assim foi com os cartagineses, romanos, gregos, celtas, persas, egípcios, bárbaros germânicos e árabes, chineses, entre outros. Entre todos eles proliferavam os deuses, os cultos, os sacrifícios, etc.

No decorrer dos séculos, por volta de 1.800 anos antes de Cristo, surgiu um povo novo, diferente, monoteísta, o único na face da terra que adorava um único Deus, Javé, Senhor absoluto do céu e da terra, Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis. Guiado por Deus esse povo cresceu, viveu no Egito cerca de 400 anos e veio para a Palestina, terra que Deus lhe havia preparado. Aí estabeleceram a fé hebraica em um único Deus, que prometia um Salvador para os libertar de seus pecados. Toda a vida anterior desse povo foi apenas uma prefiguração da liberação que deveria acontecer, não da escravidão dos inimigos, mas do pecado. Esse povo que adorava ao Deus invisível ofertava-Lhe sacrifícios de animais: touros, ovelhas, pombos e outras ofertas em reparação de seus pecados. Havia o chamado “holocausto perpétuo”, um cordeiro de um ano, puro e sem defeito, imolado ao nascer do dia, às 6 horas da manhã, e ao findar às 6 horas da tarde, em expiação dos pecados do povo. Era apenas uma prefiguração do grande e único sacrifício, que o próprio Filho de Deus, feito homem, ofereceria a Deus pelo resgate de todos os homens de todos os tempos e lugares, uma vez para sempre.

Assim surgiu o Cristianismo; a vinda prometida do Messias, que seria o verdadeiro “Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo” (cf. Jo 1,29), foi preparada por quase dois mil anos e anunciada pelos profetas, desde Isaías, setecentos anos antes de Sua chegada no Natal. Com riqueza de detalhes os profetas anunciaram a chegada, a vida, os milagres e os sofrimentos do Senhor. Ele nasceria da tribo de Judá, da Casa de Davi, em Belém, seria Nazareno, e seria esmagado por causa de nossos pecados.

Então, “na plenitude dos tempos” (cf. Gálatas 4,4), quando o mundo estava maduro, no auge do Império Romano, o maio império que a humanidade conheceu, no apogeu do brilho de César Augusto, Jesus Cristo nasceu em Belém, pobre e desamparado, mas acolhido por um belo casal que Deus preparou: José e Maria. No seu nascimento os anjos cantaram o “Gloria in excelsis Deo” e os pobres pastores de Belém adoraram o Menino Jesus; eram os representantes do Seu povo hebreu. Dias depois chegaram os Três Magos do Oriente, representado todos os povos não judeus, pagãos. Adoraram o Menino e Lhe deram presentes: ouro para o Rei, incenso para o Deus e mirra para o Cordeiro, que seria imolado um dia. Aí começou o Cristianismo.

Na vida adulta, depois do Batismo no Jordão e de vencer o tentador no deserto, Cristo começou a pregar o Evangelho, a Boa Nova de Deus, o anúncio do Reino do Céu entre os homens. No Sermão da Montanha Ele deu a Carta Magna do Reino de Deus, e com Seus inúmeros milagres mostrou a Sua divindade e as "credenciais" divinas que trouxe do Pai. Incompreendido e maltratado, odiado e invejado, foi morto pelos doutores da lei e autoridades romanas, mas como tinha prometido, ressuscitou ao terceiro dia. Com Sua morte destruiu o pecado e a morte e garantiu a todos que creem no Seu nome a vida eterna. Com Seu Sangue apagou nossos pecados e nos apresentou, perdoados, diante da justiça de Deus. Quem viver os Seus Mandamentos e se alimentar dos Seus Sacramentos e fizer a vontade de Deus terá como recompensa a vida eterna na companhia de Deus.


Jesus foi claro sobre a Sua Pessoa; eu sou o Filho de Deus, Ele confessou isso diante de Pilatos. Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida; quem vive comigo anda na luz; sem mim nada podeis fazer; quem não está comigo está contra mim. Só mesmo alguém, que é Deus, pode fazer tamanhas exigências. É por isso que São Pedro disse aos judeus que “não nos foi dado outro nome debaixo do céu no qual tenhamos salvação” (cf. At 4,12). Só Jesus pode nos salvar, porque somente Ele pode oferecer à Justiça divina um resgate infinito pelos pecados dos homens, ninguém mais.

E para que pudéssemos caminhar com Ele, ficou entre nós na Eucaristia para que não desfaleçamos no caminho do céu. Ressuscitado caminha conosco a cada dia. Esta é a fé dos católicos.

Muitas são as religiões no mundo todo, e todas as crenças devem ser respeitadas, mas para nós cristãos não há salvação fora de Jesus Cristo e de Sua santa Igreja. Que, no Dia Mundial da Religião, todos se respeitem e dialoguem, mas que ninguém ouse fazer violência em nome de Deus, porque Ele é amor".


Professor Felipe Aquino
Pregador e escritor católico e apresentador do "Pergunte e responderemos" e "Escola da Fé" da TVCN

Que angústia você traz no coração?



 
Tendo Jesus navegado outra vez para a margem oposta, de novo afluiu a Ele uma grande multidão. Ele se achava à beira do caminho, quando um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo, se apresentou à sua vista e lançou-se-lhe aos pés, rogando-lhe com insistência: ‘Minha filhinha está nas últimas. Vem. Impõe-lhe as mãos para que se salve e viva’. Jesus foi com ele, e grande multidão O seguia, comprimindo-O (Mc 5,24).

Jairo estava com o coração na mão. A vida de sua filha se esvaía, e ele, preocupado, angustiado, sem solução humana, percebeu que Jesus poderia ajudá-lo.

Que angústia você traz no coração? Que peso carrega em sua alma? Que preocupação, fardo o acompanha? É algo seu, pessoal? É seu casamento, namoro? Ou o trabalho? É uma pessoa querida? Seu filho, sua filha? Seu marido, sua esposa? Seus pais? Qual é o problema? É um vício? Você está em situação de conflito?

Cada um de nós é Jairo que recorreu a Jesus no sofrimento. Diga: “Hoje me dirijo a Ti, Senhor, com o coração na mão, com a mesma confiança, a mesma fé de Jairo. Eu ponho meus problemas, meu coração, pesado, em teu coração. E o faço porque sei que tens a solução que eu não tenho, a solução que eu busco e não encontro. Eis-me aqui, Senhor. Eu sou aquele Jairo!”

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro "Caminho para a Santidade" de monsenhor Jonas Abib)